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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Coelho de estimação como presente de Páscoa


Você já pensou em ter um coelho em casa? Veterinários afirmam que ele é dócil, sociável e pode ser criado em casa ou apartamento




Que tal dar um coelhinho de estimação como presente de Páscoa? A criançada vai adorar!


Quer fugir do tradicional ovo de chocolate nesta Páscoa?
 Você já pensou em dar para os seus filhos um coelhinho de verdade, saiba que esta opção é possível. 
Em algumas petshops, a venda de coelhos chega a triplicar na semana anterior à festa. Gostou da ideia? Então tire suas dúvidas sobre este diferente animal de estimação.


A casinha


Os coelhos domésticos são animais que podem viver tanto em casa quanto em apartamento. Normalmente, não exigem grandes espaços para criá-los, mas precisam que o local seja utilizado de maneira adequada. Os coelhos podem ficar em gaiolas médias - basta que ela tenha uma "toca" para que ele se "esconda" quando não quiser se expor ou preferir descansar sem ser incomodado. Segundo o médico veterinário Danilo Kluyber, mesmo os animais que vivem em gaiolas precisam de algumas horas do dia soltos para se exercitarem e explorarem lugares novos. Mas são necessários alguns cuidados para evitar que eles roam objetos da casa.



Higiene e alimentação


A gaiola em que o animal vive deve ser higienizada diariamente e o substrato utilizado (serragem) precisa ser trocado. "Alguns coelhos podem aprender a fazer suas necessidades em um local ou apenas dentro da gaiola. Mas quando soltos pela casa, certamente irão deixar seus 'rastros' por onde andarem", alerta o veterinário. Quanto à alimentação, os coelhos necessitam de uma dieta com alto teor de fibra. No mercado, há boas marcas de rações que suprem todas as necessidades nutricionais do animal, considerando que a maior parte da sua alimentação deve ser de folhas e frutas, feno e ração.


Os coelhos domésticos são animais extremamente sociáveis. As crinças adoram brincar com eles


A relação com o bichinho


O coelho é um animal muito sociável com seu dono e, assim como um gato ou cachorro, também pede atenção e carinho. Deve-se evitar carregá-lo no colo em dias muito quentes, pois os bichinhos são muito sensíveis ao calor e podem desidratar.

Raças mais conhecidas



· Mini Lop: suas principais características são as orelhas caídas e pelagem de comprimento médio. É, sem dúvida, uma das raças preferidas por não soltar muitos pelos.

· Fuzzy Lop: parecido com o Mini Lop, a diferença é que sua pelagem é longa. Também possui suas orelhas caídas. Precisa de cuidados maiores por sua pelagem longa.

· Mini-Holandês: possui pelagem de tamanho médio e normalmente apresenta coloração branca com manchas ou listras em outras cores.

· Mini-Rex: possui suas orelhas em pé e uma pelagem bem curta, como uma camurça.

· Lion Head: possui orelhas mais curtas em pé, cabeça um pouco menor, pelagem como uma juba de leão e uma "saia" traseira.



Cuidados especiais


· Coelho não toma banho, nem deve ser molhado, pois provavelmente algum fungo se desenvolverá. Caso você precise limpar o bichinho, você pode usar um paninho umedecido com água-morna. O segredo é sempre deixar a gaiola do coelho muito limpa. Além disto, o bichinho precisa tomar sol todos os dias.

· Só deixe macho junto com fêmea quando quiser que reproduzam. Do contrário, ele tentará acasalar o tempo todo - e o casal pode brigar ou se reproduzir em demasia.

· Nunca carregue o coelho pelas orelhas, pois pode causar distensões ou mesmo fraturas.

· Um coelho saudável, em boas condições de vida, pode viver entre 5 e 10 anos.



Preços

O preço de um coelho varia de R$ 30 a R$ 70. Normalmente, os de raças são os mais caros





quarta-feira, 4 de abril de 2012

Dicas para viver bem com seu cachorro




Como dar a bronca certa no seu cão


Impor limites ao cão é fundamental para a saúde psicológica dele e para uma boa convivência. Mas às vezes caímos em algumas ciladas na hora de educar. O especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, autor de Adestramento Inteligente (ed. CMS), mostra o mapa da mina:


• Não desgaste o poder da palavra ”não”, usando-a a todo instante.

• A bronca surte mais efeito se é dada no momento em que o bicho demonstra a intenção de fazer algo errado ou, no máximo, quando está cometendo o deslize – nunca depois. Só assim ele consegue associar a repreensão à causa. “Se for tarde demais, tente provocar a situação novamente para, aí, sim, punir”, diz Alexandre.

• Jamais use de violência física. Isso só leva ao desenvolvimento de distúrbios comportamentais, como medo e agressividade.


Como fazer seu filho lidar bem com o cão


Seu filho pequeno insiste em ganhar um bichinho de estimação e você não sabe se é o momento certo? Em geral, os especialistas apontam a idade mínima de seis anos para o início dessa parceria, mas convém avaliar a maturidade da criança. Experimente aproximá-la dos animais dóceis dos amigos para se certificar de que ela interage bem com os peludos. Explique que o bicho pode se assustar com empurrões, puxões de orelha ou até mesmo com abraços apertados – e reagir com uma mordida.

É importante ensiná-la a respeitar os momentos em que o bichinho come ou descansa e estar sempre por perto quando eles estiverem brincando. Lembre-se de que você deve cuidar também da educação da mascote. Assim, os dois certamente serão grandes amigos.


Como tratar a ansiedade dos cães


Seu cachorro arranha a porta, chora ou faz xixi na sala quando você sai? Se, além disso, ele costuma segui-la dentro de casa, pode estar sofrendo de ansiedade de separação. “O problema é comum, embora não se saiba por que alguns cães agem assim, enquanto outros ficam tranqüilos sozinhos”, explica Hannelore Fuchs, veterinária e psicóloga especializada nas relações homem-animal.

De qualquer forma, é certo que estas circunstâncias contribuem para a síndrome: o costume dos donos de viver grudados ao bicho; mudanças na rotina da família; ou a estadia em hoteizinhos. Para reverter a situação, tente ensiná-lo a permanecer numa parte da casa enquanto você fica em outra. Deixar com ele uma camiseta com seu cheiro e um rádio ligado também ajuda. Outro bom truque é se despedir usando sempre uma senha do tipo “volto logo”











sábado, 24 de março de 2012

Um belo dia no parque, no ponto de vista de um cachorro

quarta-feira, 21 de março de 2012

Como Ter um Aquário em Casa – Cuidados

Diversas pessoas dizem que aquários transmitem paz e tranqüilidade, pois prendem a atenção por causa do movimento leve da água, do colorido dos peixes e por sua beleza. Aquários são muito utilizados em restaurantes, sala de espera de consultórios médicos e nas casas, mas você sabe que para ter um aquário em casa, é necessário conhecer ao menos sobre o assunto?


A primeira coisa que você deve saber é o tipo de aquário que quer ter, pois cada aquário depende do tipo de peixe e você não pode misturar espécies em um mesmo local. Entenda o aquário como uma comunidade que deve ser homogênea, logo você vai procurar os peixes que podem ser criados juntos.


Existem os aquários de água doce e água salgada. Para montar seu aquário de água doce, primeiro escolha o tamanho do aquário. Ele pode ser de qualquer tamanho, porém é importante você saber que se for um aquário pequeno não vai poder colocar muitos peixes. Depois que você escolher o tamanho do aquário, escolha os enfeites. Você pode comprar: pedras coloridas, conchas, enfeites de plástico, enfeites de pedra, mas sempre compre esse tipo de produto nas lojas especializadas em aquários.
Escolha o filtro e a bomba para seu aquário. O filtro pode ser externo ou interno, pergunte ao aquarista qual o filtro que ele indica para o tamanho do aquário que você comprou, igualmente com a bomba. Compre um termostato para você saber a temperatura do seu aquário. O segundo passo é você adquirir alguns condicionadores e corretivos básicos de uso nos aquários, tenha sempre um anti – cloro para preparar a água de seu aquário, um corretivo do PH ácido e um do PH alcalino. Compre um teste de cloro e um teste de PH tropical para seu aquário doce. É importante você comprar o material de limpeza necessário para o aquário que são: sifão, esponja específica e rede para pegar seu peixe.


Você vai montar o aquário doce com os enfeites que você quer e depois vai colocar a água que pode ser da torneira. Nesse caso você precisa utilizar o anti cloro, esperar um pouco e ver se a quantidade de cloro as água baixou. Conforme o tipo de peixe que você escolher é necessário corrigir a água e fazer testes de PH para ver se a água está trabalhada. Não coloque peixes no seu aquário do primeiro dia. Deixe o aquário trabalhando o habitat no mínimo uns dois dias antes de popular seu aquário. Importante destacar que você deve fazer os testes para ver se a água está de acordo na hora de receber seu peixe.

Passado dois dias, vá até a loja de aquário e compre seu peixe, tendo em mãos o PH que está sua água para o aquarista lhe indicar o peixe e a ração ideal. Na loja de aquário, os peixes são colocados dentro de sacos plásticos e você os leva para casa, jamais jogue o peixe direto na água; abra o saco plástico e deixe-o boiando dentro da água para o peixe se acostumar com a temperatura do aquário. Depois de alguns minutos você pode colocar o peixe e um pouco da água que veio no saco plástico dentro do aquário. Não alimente seu peixe logo em seguida, pois ele pode ficar estressado.


Sobre alimentação é importante você não alimentar muito seu peixe, pois os resíduos da ração acabam sujando o aquário e o ideal é que você não fique trocando a água toda à semana. Na hora da troca é importante que você não retire toda, deixe sempre um pouco da água e complete com água tratada e limpa.

O aquário marinho precisa de outros produtos para deixar a água parecida com a água do mar. Você deve comprar sal marinho vendido em casas de aquários e skimmers para filtrar sua água de forma correta. Normalmente é mais caro manter um aquário marinho que um aquário de água doce.

Agora que você já sabe os primeiros passos para montar seu aquário, vá até a loja de aquário mais próxima e invista nessa beleza.



sexta-feira, 9 de março de 2012

Coleira repelente funciona?


Veterinária explica se o produto ajuda a acabar com pulgas, carrapatos e outros insetos que incomodam tanto os cães




Férias estão chegando e se você pretende viajar com seu cãozinho?

 Então é bom pensar desde já em protegê-lo. Afinal, fora de casa, aumentam os riscos de pegar pulga, carrapato, ser picado por pernilongos e contrair outras doenças sérias, como a Leishmaniose, transmitida pela picada do mosquito palha.
Uma opção é o uso de coleiras repelentes, com produtos específicos para cães. No entanto, elas devem ser usadas com cautela. Se o cãozinho for muito levado, por exemplo, ele pode acabar arrancando e mordendo e depois passar mal. A veterinária Carla Alice Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care explica em que casos a coleira repelente é indicada.

Quanto tempo costuma durar uma coleira repelente e qual sua eficácia?

“Coleiras contra pulga não tem bom efeito. Agora, as coleiras contra pernilongos, como a do tipo Excalibor tem durabilidade comprovada de pelo menos 30 dias”.

As coleiras repelentes protegem de quais doenças?

“Contra as doenças transmitidas por mosquitos, mas diretamente a Leishmaniose”.

Quando os donos levam o cão para viajar junto, devem colocar a coleira repelente neles? 

“Só se forem áreas endêmicas de Leishmaniose”.

Como agir no caso de cães levados, que arrancam ou estragam a coleira?

“O problema de cães levados é que não podem mastigar a coleira, pois ela tem um veneno que não deve ser ingerido”.

Trata-se de um repelente específico para cães ou é o mesmo de uso humano?

“Trata-se de um derivado de piretroide (um tipo de inseticida) e não é para uso humano”.

Como deve ser aplicado o repelente nos cães? Que cuidados devem ser levados em consideração?

“Todo produto vem com uma bula e orientações ilustradas de como fazer uma boa aplicação. Devemos seguir a orientação do fabricante”.

Os humanos usam repelentes diariamente para se proteger de picadas de insetos quando viajam. Pode fazer o mesmo com cães?

Os repelentes para animais, para prevenir infestação de pulgas e carrapatos, geralmente são mensais. Os repelentes que nós usamos não devem ser aplicados em animais, pois estes ao se lamberem, podem ingerir o produto e se envenenarem.






quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Seu pet se alimenta corretamente?


Cães e gatos devem receber comida balanceada para evitar uma série de doenças, entre elas a obesidade





Alimentar-se de forma correta não deve ser uma preocupação somente da família, nem voltada especificamente para as crianças. Quem tem um bichinho de estimação em casa deve se preocupar também em oferecer uma nutrição balanceada para cães e gatos.

“Para decidir quais ingredientes devem ser colocados no pratinho do seu melhor amigo é preciso saber que a alimentação correta leva em consideração fatores como o estágio e o estilo de vida do animal, tendo objetivos específicos em cada fase, seja para desenvolvimento, reprodução ou manutenção do organismo, respeitando as condições fisiológicas de cada um. São essas diferenças que definem a quantidade necessária de cada nutriente”, explica Luciana Pellegrino, veterinária da Nestlé Purina Petcare.

A veterinária conta que a indústria intensificou as pesquisas no campo da nutrição de cães e gatos nos últimos anos. “As novas tecnologias aplicadas na fabricação de alimentos desses animais tem se equiparado à nutrição humana, possibilitando a inclusão de ingredientes funcionais que trazem benefícios à saúde dos pets, tais como fibras solúveis, vitaminas antioxidantes, ômegas, entre outros. Sabe-se que uma alimentação desbalanceada traz sérias conseqüências aos animais, como má formação, crescimento inadequado, dificuldade de reprodução e até a diminuição da qualidade e expectativa de vida”, alerta Luciana.

Outras doenças que podem surgir devido ao excesso de peso são alterações cardíacas ou pulmonares, diabetes, problemas nas articulações e maior risco de infecções.

Quantidade ideal

Além de oferecer uma alimentação de qualidade, os donos também devem ficar atentos à quantidade. “A obesidade está entre as mais crescentes patologias relacionadas à má nutrição em cães e gatos. Acredita-se que a principal causa esteja ligada ao erro que os donos de pets cometem na alimentação de seus animais, como a oferta demasiada de alimentos, mistura de alimentos caseiros com alimentação industrializada e também a falta de exercícios, já que hoje em dia a maioria dos pets acompanha seus donos em apartamentos, o que reduz sua atividade física e conseqüentemente, seu gasto energético”, alerta a veterinária.

A doutora Luciana orienta que a quantidade de alimento fornecida deve ser previamente calculada. “Uma forma simples para isso é seguir as orientações de consumo contidas nas embalagens de alimentos industrializados. Essas orientações são calculadas de acordo com a idade, porte e ao peso do animal e devem ser seguidas. O médico veterinário ou nutricionista podem também orientá-lo em caso de dúvidas.

É importante também ficar atento à época para a troca da alimentação: filhotes de cães de pequeno porte podem trocar a alimentação para adulto por volta dos 12 meses; já filhotes de raças grandes e gigantes podem atingir a idade adulta até os 18 ou 24 meses. Assim, você garante seu companheiro saudável e feliz por mais tempo”, diz a especialista.

Outra dica valiosa que a veterinária recomenda é evitar oferecer petiscos quando a família estiver comendo e o cãozinho fizer aquela carinha de coitado. “Além de fornecer calorias a mais é perigoso, pois alguns condimentos como alho e cebola podem ser tóxicos aos animais de estimação e trazer um grande problema de comportamento aos mesmos, tornando-os animais de apetite caprichoso, rejeitando a sua alimentação regular, além de demonstrar comportamentos inadequados”, finaliza Luciana.



sábado, 21 de janeiro de 2012

Amor verdadeiro


Fotógrafa americana registra imagens incríveis de sua filha bebê e de sua cachorra, da raça Dogue Alemão e considerada a maior do mundo



Se você tem um bicho de estimação e está grávida, provavelmente deve ter muitas dúvidas em mente. “Será que meu cãozinho vai sentir ciúme do bebê”? “Qual será a reação do meu cachorro quando eu chegar com um bebê em casa”?

A fotógrafa americana Erin Vey, de Seattle, viveu tudo isso. Especialista em retratar cães (ela tem uma porção de álbuns em seu Flickrapenas sobre cachorros), ela retratou uma experiência incrível que ocorreu em sua própria casa. Dona de uma cachorra da raça Dogue Alemão chamada Gracie, de 7 anos, Erin sabia que teria um longo desafio pela frente quando ficou grávida. Além de ser tratada como membro da família, Gracie não era uma cachorra qualquer. A raça é conhecida por ser a mais alta do mundo, podendo ultrapassar 80 centímetros de altura.

Mas Erin jamais cogitou doar ou abandonar sua cachorra. Em vez disso, ela mandou Gracie para a casa de seus pais na semana em que deu à luz a pequena Maggy, para que a cachorra não se sentisse sozinha. Uma semana depois, Gracie voltou para seu lar e percebeu que havia algo diferente. Cheirou a casa, as fraldas, o quarto da bebê...

No começo, Gracie estranhou a presença da recém-nascida e talvez tenha sentido que estava perdendo lugar no coração de sua dona. Então, passou a dormir em lugares diferentes. Erin, claro, se sentiu culpada por não poder dar a Gracie a mesma atenção de antes. Afinal, agora ela tinha um bebê para alimentar e cuidar 24 horas por dia.

Mas nada como o tempo para ajeitar as coisas. Poucos dias depois, Gracie tinha voltado ao normal e se adaptado à nova rotina e claro, se afeiçoado a bebê. A pequena Maggy também já demonstra nutrir os mesmos sentimentos nobres de sua mãe pelos animais e está sempre atrás de Gracie.
Hoje, onde uma está a outra vai atrás. Gracie vigia o sono tranqüilo da bebê e Maggy acompanha sua cachorra o tempo todo, chegando a engatinhar somente para vê-la comer a ração.

Tamanho não é documento

À primeira vista, quem se depara com um cão da raça Dogue Alemão pode se sentir intimidado. Afinal, seu porte impressiona. Majestoso e elegante, o Dogue Alemão possui temperamento amistoso e é extremamente amoroso com seus donos e desconfiado com estranhos. Ao mesmo tempo, por causa de seu tamanho, pode acabar derrubando as coisas, mesmo sem querer. Os machos atingem altura mínima de 80 centímetros e a fêmeas, 72 centímetros de altura.

Momentos especiais entre Maggy e Gracie




























Muito fofo não?!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Como resgatar um cão da rua?





O abandono de animais não é só um problema da esfera pública, mas de toda a sociedade. E você pode ajudar a minimizá-lo, se der a um bichinho uma nova chance.


Eles estão em todos os lugares: perto de lanchonetes – onde não raramente são enxotados -, pontos de ônibus, no meio de avenidas arriscando suas vidas, e parecem ser invisíveis para a maioria das pessoas.


São os cães de rua, vítimas do abandono, da guarda irresponsável, descartados como se fossem um móvel velho sem mais utilidade. De fato, é de cortar o coração de quem gosta de animais e convive com eles em seu lar.


Se você se compadece com essa situação e tem vontade – e condições – de retirar um cachorro indefeso das ruas, saiba como proceder para que haja um final feliz.


Aproximação


Alguns animais estão sempre em estado de alerta; são maltratados, às vezes, até espancados, e por isso, não veem com bons olhos a aproximação de uma pessoa, mesmo que ela tenha boas intenções. Se achar que o cachorro não está com uma cara amistosa, vá com calma e não demonstre nervosismo; cães percebem facilmente o estado de uma pessoa.


Fique a uma certa distância do cão, agachado, para ficar no mesmo nível dele, e coloque alguma ração no chão. Espere que coma, e se aproxime aos poucos para oferecer mais comida. Quando achar que já tem alguma confiança do animal, deixe que ele coma na sua mão e, em seguida, faça um carinho no peito.


Assim, gradativamente, sem assustar o cachorro, mostre a guia para ele, deixe que a cheire, e só a coloque se tiver certeza de sua receptividade.


Veterinário



Antes de levar o bichinho para sua casa, vá ao veterinário para que ele possa avaliar o estado de saúde do animal, estimar sua idade, e principalmente, esterilizá-lo, vaciná-lo e vermifugá-lo. Essas medidas são importantes tanto para a saúde do cão como para a sua e a dos seus pets, pois muitas doenças são transmitidas para o homem e, claro para os outros animais.


Lar temporário

Não deixe o cachorro junto com os outros pets, isole-o num cômodo da casa, com água, comida e caixa sanitária até que ele esteja saudável, caso seja constatada alguma enfermidade. Também é possível hospedá-lo em pet shops e hoteizinhos, onde serão cobradas diárias.


Não leve a abrigos; eles estão sempre lotados e contam com poucos recursos. Se realmente quer ajudar um bichinho, esteja ciente de que ele vai consumir parte do seu tempo e orçamento.


Divulgação

Se não puder ter mais um bichinho na casa e decidir doá-lo, divulgue na internet. Uma boa opção são as redes sociais, como facebook e twitter. Há também vários sites de adoção em todo Brasil, mas temos o maior sistema on-line de adoção do Brasil, aqui mesmo no site da ANIMAIS.O.S gratuitamente, onde em 3 anos, já foram adotados mais de 11.000 cães e gatos. Para saber mais e acessar, basta acessar no menu superior "ADOÇÃO". Não se esqueça de tirar uma foto do cão informar a idade estimada, sexo e raça.


Guarda responsável


É preciso muita cautela na hora de doar o bichinho. Muitos, na ânsia de se livrarem do animal e não ter mais despesas adicionais, simplesmente o “empurram” ao primeiro interessado que aparece, sem verificar as condições do futuro dono, onde mora, se todos os moradores estão de acordo com a adoção, se já possui outros animais etc.


Por isso, tenha certeza de que o cachorro será bem-acolhido: os da raça pit bull, por exemplo, são procurados por pessoas que promovem rinhas ou empresas que os utilizam como cão de guarda. Então, não se precipite. Entregue o cão somente no endereço do adotante e deixe claro que ele pode devolver o animal, caso não haja adaptação. Isso evitará um novo abandono.

Fonte: PetMag

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Cuidado com o calor

Os cães também passam mal com as altas temperaturas. Antes de colocar a coleira no seu pet e sair por aí, confira algumas dicas para proteger seu amigão do sol





Não são apenas os humanos que sentem as mudanças climáticas. Os animais também sofrem com o calor e o frio. Na época do verão, então, é muito comum os donos saírem para passear com os cães, mas é preciso tomar alguns cuidados para que um simples passeio pelas ruas ou parque não se torne um verdadeiro pesadelo tanto para o dono, quanto para o pet, que poderá passar mal e acabar doente. Para isso, Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, orienta como manter a saúde e o bem estar do seu melhor amigo durante a temporada mais quente do ano:

Sombra

“Os cães não transpiram como o homem e a respiração é a única forma de fazer a manutenção da temperatura corpórea. Nunca deixe o animal sob o sol ou em locais quentes e fechados como o carro. Ele corre o risco de entrar em estado de hipertermia”.

Água fresca

“Lembre-se de manter o potinho de água do seu pet sempre à sombra. Ao contrário do que muita gente pensa, os animais também podem ingerir líquidos gelados. Colocar algumas pedras de gelo no bebedouro do seu cão ajuda manter a água fresca por mais tempo”.

Sono

“É normal que os cães diminuam o ritmo de atividades diárias e passem os períodos mais quentes dormindo. Deixe o animal tranquilo e procure os horários mais frescos para corridas, passeios e brincadeiras e até mesmo para a alimentação”. 

Mais banhos e menos pelos

“Mantenha os animais de pelagem longa tosados durante o calor. Isso ajuda a reduzir o risco de um aumento de temperatura corporal. Aumente a frequência dos banhos, mas cuidado com os exageros. A umidade em excesso pode facilitar o aparecimento de fungos. Na hora de usar o secador, use o ar frio”.

Orelhas limpas

“No verão a incidência de otites (inflamações no ouvido) costuma aumentar. Isso porque além de a produção de cera estar aumentada, o calor e a umidade favorecem o aparecimento de infecções. Mantenha as orelhas limpas (com algodão e produtos para limpeza de ouvidos somente até onde o seu dedo alcança, não use cotonetes), arejadas e protegidas da água.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Como os cães se sentem com a chegada do bebê?

Seu cãozinho começou a lamber as patas depois que seu filho nasceu?
 Saiba por que isso acontece











A chegada de um bebê muda completamente a rotina da família, especialmente da mulher, que passa a se dedicar integralmente ao filho, que precisa ser cuidado e alimentado por ela. Nas famílias em que há cães de estimação, as mudanças também são sentidas pelos bichinhos, ainda mais se o cãozinho era tratado como “filho” do casal.

“O cão enxerga seus donos como membros de sua matilha e a chegada de um novo integrante pode provocar no cão a sensação de ameaça de território, afinal, para o cão, o bebêé um estranho comquem terá que disputar espaço e atenção”, conta Keila Regina de Godoy, veterinária da PremieR Pet. Há casos, inclusive de mudanças de hábitos nos cães, que podem começar a lamber as patas incansavelmente.

“Esse lamber compulsivo das patas é uma reação psicológica à mudanças no ambiente e contexto no qual o cão vive, sejam elas no espaço/local, rotina ou no comportamentode seus donos. Estas mudanças podem causar estressee frustação ao cão, o que pode desencadear o problema. Ao se sentir entediado, angustiado ou ansioso, o cão pratica este ato, que, segundo estudos, é capaz de promover a liberação de substâncias que geram sensação de bem estar. No entanto, o ato pode rapidamente levar a quadros graves de inflamações e infecções da pele. E, uma vez formada a ferida, mais o cão se lambe, de modo que o processo pode se tornar crônico. O tratamento portanto, deve incluir cuidados psicológicos e medicamentosos no local da lesão”, alerta a veterinária.

Como os donos devem agir para ajudar o cãozinho?

“Todos os esforços se resumem em cuidados básicos: não deixar o animal associar a chegada do bebê a eventos desagradáveis, como falta de atenção, proibição de entrar em determinados locais da casa aos quais tinha livre acesso antes do bebê chegar. Ao contrário, devem promover momentos agradáveis ao cão na presença do bebê para uma associação positiva por parte do cão”, diz Keila.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Você está preparado para ter um bicho de estimação?

Conheça os Os 10 Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos






Você está preparado para ter um bicho de estimação?
 Lembre-se que um pet demanda gastos de alimentação e vacinação, jamais deve ser maltratado, tem direito a amor e carinho e, principalmente, não é um brinquedo, que pode ser usado e depois abandonado. Ter um animal de estimação exige responsabilidade por longo prazo, pois ele será parte da família durante anos. Confira os 10 mandamentos da posse responsável de bichos, elaborada pela ONG Arca Brasil

1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida: tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove-o e exercite-o regularmente.

6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8. Recolha e jogue os dejetos em local apropriado.

9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

Faça o teste para saber se você está preparado para cuidar de um bicho de estimação.



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